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DVD A GUERRA Nº 12

  • AUTOR:JOAQUIM FURTADO/R.T.P.-3ºCAPÍTOLO
  • 21 de dez. de 2017
  • 1 min de leitura

"PARA ANGOLA, RAPIDAMENTE E EM FORÇA!" No dia 11 de Abril seguia-se a tentativa de golpe de Estado do ministro da Defesa, o general Botelho Moniz, que pretendia substituir Salazar por Marcelo Caetano e encontrar uma solução para a guerra em Angola, que prometia alastrar a Moçambique e Guiné. Antes da concretização do golpe, Salazar - que tardava a enviar tropas para o teatro de operações - fez uma remodelação governamental e assumiu ele próprio a pasta de Botelho. Dia 14, na televisão, Salazar dirige-se ao País para dizer: "Para Angola, rapidamente e em força!" Passava um mês sobre os massacres no Norte de Angola. Desde 1960 que esta colónia portuguesa tinha apenas 5000 militares do recrutamento local e 1500 enviados por Lisboa. Até ao final do ano, com a nova ordem de Salazar, seriam 33 mil homens. Ao longo dos anos, ficou sempre por responder a pergunta de que se Salazar tivesse reagido antes, teriam ou não sido evitados os massacres de 15 de Março.

 
 
 
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